"Da vez primeira em que me assassinaram, perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, foram levando qualquer coisa minha. Hoje, dos meu cadáveres eu sou o mais desnudo, o que não tem mais nada."
Mário Quintana.  (via diminuido)
"Um dia eu não vou mais caber dentro de mim. Então explodirei. Não como fogos de artifícios, que são belos e inofensivos. Eu vou ser bomba nuclear, vou deixar rastros. E vou gritar todos os palavrões que estão entalados em minha garganta, e vou beijar todas as bocas que sorrirem para mim. Quando eu não aguentar mais, vou dirigir além da velocidade permitida e vou a todos os lugares que me proibiram de estar. Eu vou brigar, bater e apanhar. Quando eu não me aguentar mais eu me declaro, fumo um baseado e vou ser feliz. Mas por enquanto eu vou só levando, estampando um falso sorriso no rosto e cantarolando baixinho. Mas quando eu explodir, ah, eu vou fazer barulho."
Severinar. (via esclarecer)

(Fonte: severinar)

"Perca o ônibus por mim. Diga que vai esperar o próximo, mas quando o próximo passar, finja que não viu, não ouviu, não estava interessado no tempo. Quando tiver na hora de ir embora, peça com carinho pra que eu fique um pouco mais. Veja o dia virar noite em uma conversa besta e informal. Use a desculpa de que ainda é cedo ou ainda temos tempo sobrando - ainda temos nós. Deixe mil ônibus passarem, mas por favor, não me deixa passar. Fala, grita, segura com força a alça da minha bolsa, sei lá. Perde o assento principal na janela, mas não se perde de mim."
Aleatoriamente, você.    (via esclarecer)

(Fonte: capitule)

"Eu não quero ser a queda de ninguém. Se alguém gostar de mim, que seja pelo que eu realmente sou, não pelo que acham que eu sou. E eu não quero que guardem para eles, quero que me mostrem, para que eu possa sentir isso também."
As vantagens de ser invisível.  (via reincidida)

(Fonte: alentador)